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Aprenda a aplicar colírio da forma correta! Confira:

postado em 3 de dez. de 2019 07:00 por Tiago Morandi

Na hora de pingar o colírio, muita gente desperdiça várias gotas para conseguir fazer com que uma delas seja corretamente aplicada. Isso acontece porque temos uma tendência natural a piscar quando nossos olhos percebem um objeto se aproximar. Confira abaixo algumas dicas para facilitar essa tarefa e torná-la muito mais efetiva.


Fonte: http://www.coa.com.br

Antes de aplicar o colírio

Lave bem as mãos para evitar a contaminar os olhos com alguma bactéria e retire a tampa do colírio sem manipular seu aplicador.

Durante a aplicação

Incline sua cabeça para trás e puxe levemente a pálpebra inferior.

Cuidado para não encostar o aplicador nos olhos! Pingue o colírio dentro do olho e não na pálpebra ou nos cantinhos internos. Isso estimula a produção da lágrima, fazendo com que o colírio não aja de forma eficaz.

Depois de aplicar

Feche os olhos delicadamente. Se você piscar repetidamente após a aplicação do colírio, a gota aplicada tende a ser drenada pelo canal lacrimal, o que reduz a ação terapêutica do medicamento podendo causar efeitos adversos.

Pressione levemente o canto interno para reduzir a drenagem, possibilitando que a gota administrada permaneça por mais tempo na superfície ocular.

Se a sua prescrição orienta repetir a aplicação, ou se você faz uso de mais de um tipo de colírio, aguarde de 5 a 10 minutos para a nova aplicação. Se não houver um intervalo para a nova aplicação, o efeito do primeiro colírio vai ser significativamente reduzido, pois ele será “enxaguado” pela segunda gota.

Orientações importantes


O colírio deve ser como a sua escova de dentes. Assim, seu uso é estritamente individual, para evitar contaminações. Esteja atento às observações do rótulo, se deve ser mantido em temperatura ambiente ou sob refrigeração.

Uma vez aberto, o colírio deve ser utilizado em 30 dias e descartado. Nunca, jamais, em tempo algum utilize qualquer colírio sem prescrição médica! Isso pode piorar ainda mais a situação. 


Esperamos que nossas dicas ajudem você a aplicar colírio de forma descomplicada!

Para saber se os seus olhos precisam de um colírio específico, para exames de rotina ou qualquer outra eventualidade, agende agora sua consulta com o médico Oftalmologista!

O mês de Novembro chama a atenção para o cuidado do homem com a saúde da próstata!

postado em 11 de nov. de 2019 05:36 por Tiago Morandi

A cada dia 42 homens morrem em decorrência do câncer de próstata* e aproximadamente 3 milhões vivem com a doença, sendo essa, a segunda maior causa de morte por câncer em homens no Brasil. São estimados para este ano 68.220 novos casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Frente a essa realidade, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) inicia mais uma edição da campanha Novembro Azul, que chama a atenção para o diagnóstico precoce do câncer de próstata e também para a saúde do homem de forma global.

Fonte: 
https://portaldaurologia.org.br/

A SBU recomenda que os homens a partir da puberdade devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada. O início da avaliação do risco de câncer da próstata começa aos 50 anos e, naqueles da raça negra, obesos mórbidos ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos. Os exames deverão ser realizados após uma análise dos fatores de risco pelo urologista e ampla discussão de riscos e potenciais benefícios, em decisão compartilhada com o paciente. Após os 75 anos, poderá ser realizado apenas para aqueles com expectativa de vida acima de dez anos.

“É importante esclarecer que, além do câncer, a próstata pode apresentar outros problemas como seu crescimento benigno, que atinge cerca de 50% dos homens acima de 50 anos, gerando dificuldade de micção, e a prostatite, que é a inflamação da glândula. Assim, a avaliação da próstata é importante.

Novidades no tratamento

Muitos homens têm medo do diagnóstico de câncer, porém, a medicina tem evoluído para proporcionar aos pacientes tratamentos menos invasivos e cada vez mais eficazes. É isso que aponta o coordenador do Departamento de Uro-Oncologia da SBU, Dr. Wilson Busato. Ele explica que atualmente é priorizada a separação entre identificação de um tumor na próstata e a necessidade de tratá-lo, evitando tratamentos agressivos para doenças de baixo risco de progressão e reduzindo o “supertratamento” ou tratamentos desnecessários.

Melhores informações favor consultar o seu médico Urologista. Caso não tenha um, favor acessar nossa guia de contato e agendar agora mesmo sua consulta.

Entenda como a ultrassonografia pode detectar o câncer de mama!

postado em 25 de out. de 2019 11:43 por Tiago Morandi

A ultrassonografia tem se destacado, cada vez mais, como um método de diagnóstico seguro e eficaz de diversas patologias. As razões são desde a facilidade no acesso pelo paciente, bem como a capacidade técnica do equipamento em identificar alterações de órgãos e tecidos. No âmbito da ultrassonografia mamária não é diferente. Além de apontar lesões suspeitas ainda não vistas na mamografia é possível auxiliar na diferenciação de nódulos – císticos ou sólidos – e suas características que indiquem benignidade ou malignidade.

Fonte: https://syriusmedical.com.br/

A ultrassonografia da mama é uma importante aliada na identificação de alterações nas mamas. A técnica é mais indicada em alguns casos específicos, como:

– Em mulheres nas quais as mamas são densas, como em jovens. Mamas densas impedem uma visão completa das estruturas mamárias no exame de mamografia, pois o tecido fibroglandular prejudica a identificação de nódulos;
– Mulheres que apresentam mamas densas após a menopausa e, portanto, estão em um grupo mais suscetível ao surgimento de câncer de mama;
– Em casos nos quais é necessário identificar a localização de uma lesão antes de realizar a biópsia da mama;
– Como complemento da mamografia, em casos nos quais são identificados assimetrias durante o primeiro exame e é necessária uma investigação mais detalhada para um diagnóstico correto.

Normalmente, cistos simples são quase sempre benignos, enquanto nódulos sólidos podem ser malignos ou benignos. Como a ultrassonografia da mama permite uma visão mais detalhada da mesma, o exame permite a identificação de nódulos com uma resolução melhor comparada à mamografia. É possível assim avaliar o formato do nódulo, se ele é sólido ou oco, a localização, o contorno e a sua margem.

Todas essas informações permitem que o especialista verifique se a ocorrência é maligna, encaminhando a paciente para o tratamento mais adequado. Em alguns casos, mesmo nódulos benignos precisam ser removidos, sendo importante um diagnóstico correto e uma conduta adequada.

A mamografia é mais adequada para identificar calcificações na mama, mas é importante ressaltar que a ultrassonografia da mama não substitui a mamografia, principalmente em mulheres com mais de 35 anos, que devem ter um acompanhamento médico regular.

Como é realizada a ultrassonografia da mama?

A ultrassonografia da mama é semelhante à realizada na região do abdome, exame mais conhecido. O aparelho utilizado é o mesmo, com diferença do transdutor ter a superfície reta. O procedimento é realizado com a mulher em posição dorsal e com os braços atrás da cabeça, sendo somente necessário virar-se de bruços em casos de mamas volumosas, para melhor visualização da parte interna.

O médico responsável pelo procedimento aplicará o gel na região a ser analisada e iniciará o exame pressionando levemente o aparelho. A ultrassonografia não é um exame dolorido, podendo causar desconforto apenas em mulheres com hipersensibilidade nas mamas.

O exame demora de 15 a 30 minutos para ser realizado, dependendo do caso. A ultrassonografia da mama apresenta-se como um dos exames mais completos no auxílio ao diagnóstico do câncer de mama, incluindo casos com lesões pequenas e de difícil visualização. Com seu auxílio, a mulher tem mais chances de descobrir e iniciar um tratamento precocemente, aumentando a probabilidade de cura.

Saiba o que é HPV, quais os sintomas e como prevenir!

postado em 22 de out. de 2019 13:35 por Tiago Morandi   [ 22 de out. de 2019 13:36 atualizado‎(s)‎ ]

Entenda o que é HPV

Trata-se da sigla para Papilomavírus Humano. Até hoje são conhecidos mais de 150 tipos de HPV. Cerca de 40 deles podem infectar o trato anogenital (a área que compreende o ânus e a genitália).

Fonte: uol.com.br/noticias/viva-bem

Quais são as formas de transmissão?

O vírus pode ser contraído durante o sexo vaginal, anal, oral e até ao masturbar o parceiro. Não é necessário que haja penetração. Caso as lesões acometam a base do pênis ou da vulva, por exemplo, a camisinha poderá não impedir a sua transmissão.

 Apesar disso, o uso do preservativo continua sendo um método importante de proteção e não deve ser dispensado, pois ele reduz o risco de exposição não só ao HPV, como a outros agentes infecciosos como o HIV, a gonorreia, a clamídia e o herpes.

Raramente ocorre a transmissão vertical —de mãe para filho — na hora do parto, e a presença do HPV não é motivo que impeça a evolução para o parto vaginal.

 

Como reconhecer os sintomas?

A maioria das pessoas sexualmente ativas entrará em contato com o HPV em algum momento da vida e poderá desenvolver algum tipo de lesão. Cerca de 90% dos infectados apresentarão uma infecção transitória pelo HPV, ou seja, eles eliminarão o vírus sem nem saber que se infectaram e sem apresentar sintoma algum.

Em aproximadamente 10% das mulheres a infecção persistirá, aumentando o risco de desenvolver o câncer cervical.

Uma minoria dos indivíduos infectados pelo HPV (1%) apresentará as verrugas genitais, também conhecidas como condiloma acuminado ou infecção clínica pelo HPV. Tais verrugas não estão associadas ao desenvolvimento do câncer do trato genital.

 

Como prevenir o HPV

Apesar de o uso do preservativo ser essencial para se proteger do HPV e de outras IST, a melhor e mais eficaz forma de prevenção dos vírus é a vacinação, especialmente antes do início da atividade sexual. Por isso, ela geralmente é indicada pelo pediatra, mas o ginecologista também poderá fazê-lo. 

A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde), não requer autorização prévia dos pais ou responsáveis e é composta por duas doses com intervalo de seis meses entre a primeira e a segunda aplicação.

Falta de vitamina D durante o período de gestação é fator de alto risco para o Autismo

postado em 16 de out. de 2019 05:04 por Tiago Morandi

Há um emaranhado de fatores de risco para O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), que prejudica a capacidade de interação e comunicação. Entre as condições potencialmente determinantes estão aspectos genéticos e não genéticos – como infecções, complicações obstétricas e nutrição, que, durante a gestação, são fatores para TEA.


Alvo de crescente interesse nos últimos anos, o tema estimula pesquisas que reforçam que casos de autismo são mais predominantes quando taxas de vitamina D da gestante são baixas.

O que já sabemos é que há maior risco para parto prematuro e para a hipertensão durante a gravidez em mães cujos organismos são pobres em relação a essa substância, observa José Mendes Aldrighi, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Mencionando um estudo publicado em congresso da Faculdade Real de Psiquiatria do Reino Unido, em 2017, Aldrighi cita que os pesquisadores constataram uma associação entre baixas taxas de vitamina D nas mães, em um período entre 18 e 25 semanas de gestação, e o diagnóstico de autismo para essas crianças quando estavam entre 6 e 9 anos.

Todos os médicos que fazem pré-natal devem saber dessa possibilidade e precisam estar atentos à recomendação da suplementação de vitamina D”, analisa o ginecologista, lembrando que não encontramos quantias suficientes da substância na alimentação cotidiana e que o uso de filtro solar, necessário para a prevenção do câncer de pele, também prejudica a produção da vitamina D. Dessa maneira, “a suplementação é indispensável”.

Prevalência

Dados: Estima-se que exista hoje um caso de autismo em cada 110 pessoas nos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possui cerca de 2 milhões de autistas.

Tremor nas PÁLPEBRAS? Saiba o que significa este sinal!

postado em 23 de set. de 2019 05:01 por Tiago Morandi   [ 23 de set. de 2019 05:09 atualizado‎(s)‎ ]

Muitas vezes, quando o corpo passa por um período de cansaço ou estresse excessivo, é comum que ele apresente alguns sinais que indicam como está a sua condição física ou emocional naquele momento. E o tremor nas pálpebras representa um desses sinais.


Fonte: https://hco.med.br/

Esse movimento involuntário que ocorre na região da pálpebra, também conhecido como blefaroespasmo, pode durar pouco tempo ou mesmo persistir por dias.

Mas, independentemente de sua duração, ele com certeza representa um sinal de alerta de que o organismo pode estar no ápice do estresse. E, portanto, é essencial ficar atento quanto a isso.

Por que o tremor nas pálpebras pode indicar estresse ou cansaço?

O tremor nas pálpebras, assim como outros movimentos involuntários dos olhos, são contrações que estão diretamente ligadas ao estresse. Estes sinais ocorrem quando o organismo libera quantidades grandes de hormônios que agem diretamente nas terminações nervosas de alguns músculos, fazendo com que as pálpebras se contraiam de maneira involuntária.

Além do tremor nas pálpebras, outros sinais físicos também podem indicar quando o organismo está no auge do estresse ou cansaço, como dificuldades para dormir, falta de energia, sonolência, arritmia, entre outros.

Apesar do tremor nas pálpebras ser um dos sinais indicativos de estresse e cansaço, ele também pode indicar uma série de outras doenças oculares, tais como Síndrome do Olho Seco, Blefarite e Ceratite.

Apenas médio Oftalmologista! poderá avaliar a raiz do problema, até mesmo para verificar se o problema apresentado realmente se trata de cansaço, estresse excessivo ou algum distúrbio ocular. Agende agora sua consulta!


Preconceito sobre depressão impede que muitos busquem ajuda.

postado em 9 de set. de 2019 08:28 por Tiago Morandi

Quantas das pessoas que você conhece sofrem de depressão? Se a resposta for “nenhuma”, é possível que existam casos escondidos ao seu redor. Apesar de atingir mais de 322 milhões de pessoas no mundo, a doença – assim como os demais transtornos psicológicos – ainda é um tabu. 

Entre o medo de falar sobre o tema e o preconceito em torno do assunto, muitos dos que convivem com a depressão preferem o silêncio, um agravante para a maioria dos casos. Quebrá-lo, porém, é possível e pode salvar vidas. 


Jovens são as maiores vítimas do estigma

No mês passado, o Ibope divulgou uma pesquisa alarmante sobre a saúde mental no Brasil. De acordo com o estudo, 39% dos adolescentes afirmaram que, caso recebessem o diagnóstico de depressão, não revelariam para os familiares. Também são eles os que mais se matam, tornando o suicídio a quarta maior causa de morte entre os jovens no país e a segunda no mundo inteiro.




Assim, o suicídio entre jovens é o foco da campanha Setembro Amarelo deste ano, que – diante da urgência em abrir o diálogo sobre o assunto – há cinco anos convida empresas, governos e o público em geral a participarem do projeto de conscientização contra o suicídio. 

Para os especialistas na área, o tabu no grupo mais jovem se ancora em vários motivos. “Além do falso entendimento de que a doença deriva de ‘fraqueza’ e, por isso, seria motivo de vergonha, existe a hipótese de que esses jovens não querem preocupar seus pais. Há, ainda, a ideia de que um diagnóstico psiquiátrico poderia retirar da pessoa a sua capacidade de decisão sobre a própria vida, fazendo-a refém daquilo que terceiros decidam sobre sua vida”, comentam.

Em todos os meses do ano é preciso estar atento aos sinais em pessoas próximas e em você mesmo, pois pode ser um grande diferencial no caminhar desta doença silenciosa. O Instagram Setembro Amarelo contém muitos insights bacanas. Ao buscar, inclusive, pelo hashtag “depressão”, a plataforma oferece ajuda e encaminha para o número 188. O atendimento do Centro de Valorização da Vida é feito diretamente por este número.

Se informar é o melhor caminho. Valorize a vida!

Atenção Homens! Varicocele é a principal causa de Infertilidade Masculina.

postado em 22 de ago. de 2019 13:04 por Tiago Morandi   [ 22 de ago. de 2019 13:05 atualizado‎(s)‎ ]

Uma das causas da infertilidade é a varicocele, que tipicamente se desenvolve com a chegada da puberdade. Como a doença costuma não apresentar sintomas, ter uma avaliação urológica nessa fase da vida é importante. Confira:

Fonte:
 https://portaldaurologia.org.br


O que é a varicocele?

É uma dilatação anormal das veias testiculares, conhecida também como varizes da bolsa testicular. Elas podem dificultar o retorno venoso e provocar uma alteração na função do testículo, podendo ocasionar uma piora na quantidade e também na qualidade do espermatozoide. Embora não seja motivo de impotência sexual, a varicocele é a principal causa de infertilidade masculina na vida adulta.




Quais são os sintomas?

A varicocele geralmente é assintomática, ou seja, não gera dor ou desconforto na grande maioria das vezes. Em alguns poucos casos o adolescente pode reclamar de um desconforto local, aumento de volume escrotal e, raramente, dor testicular. Embora ocorra com mais intensidade no testículo esquerdo, a bilateralidade é comum. Por ser uma doença silenciosa, ou seja, não gera sintomas importantes de dor ou desconforto escrotal, a maioria só a percebe na idade adulta, já casado, quando procura ajuda especializada para investigação de infertilidade.


Por que a varicocele gera infertilidade no homem?

A varicocele gera um aquecimento do testículo contínuo, que por sua vez gera uma grande produção de radicais livres. Esses radicais livres “atacam” as células produtoras de espermatozoides, gerando com o tempo a morte dessas células. Desta maneira, o testículo começa a reduzir de tamanho, pois existe uma diminuição da população das células produtoras de espermatozoides. Com menos células produtoras de espermatozoides, ocorrerá uma redução na produção de espermatozoides e menor será a capacidade de o homem na vida adulta engravidar sua parceira.

Para melhores informações quanto a diagnósticos e tratamento, favor consultar o médico Urologista.


Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira entre Diabéticos

postado em 4 de ago. de 2019 12:01 por Tiago Morandi

 Cerca de metade dos diabéticos no Brasil corre risco de perder a visão, alerta membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Quem tem a glicemia controlada apresenta menos chance de ter a retinopatia. Mas quem está com ela descontrolada ou esteve com a doença sem controle por muito tempo no passado, mas a estabilizou agora, apresenta grande chances de desenvolver a doença.

Fonte:
https://extra.globo.com

A doença se caracteriza pela degeneração da retina, provocada pela ação da glicemia descontrolada no sangue do paciente diabético. O tempo de diabetes também contribui: o risco é maior em quem tem a doença há mais de 15 anos.

Pacientes diagnosticados com diabetes do tipo 2 (mais comum em pessoas com obesidade, hipertensão e sedentárias) devem ir anualmente ao oftalmologista após descobrirem a doença. Já aqueles que têm o tipo 1 (autoimune e comum em crianças), devem ir a primeira vez ao oftalmologista cinco anos após o diagnóstico, recomenda os especialistas.

O exame de fundo de olho é o caminho para o diagnóstico da retinopatia diabética. Caso encontre alguma alteração, o médico poderá pedir testes complementares, como a tomografia de mácula e a angiografia de retina com contraste.




Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira!

Por não apresentar sintomas na fase inicial da doença, o acompanhamento da saúde ocular com um oftalmologista é a única maneira de diagnosticar precocemente a retinopatia diabética. Quanto antes a doença for descoberta, mais eficiente será o tratamento e menor são as chances de o paciente ficar cego.

É importante ficar atento as alterações das pintas no seu corpo.

postado em 25 de jul. de 2019 12:08 por Tiago Morandi   [ 25 de jul. de 2019 12:13 atualizado‎(s)‎ ]

Fonte: https://denisesteiner.com.br/

Geralmente as pintas surgem como pequenas manchas assintomáticas, que podem permanecer planas ou, com o tempo, aumentar de espessura, tornando-se elevadas.

Podem estar presentes desde o nascimento ou se desenvolver com o passar dos anos. Algumas pessoas apresentam apenas uma ou poucas lesões, enquanto outras podem ter dezenas espalhadas pelo corpo.

Como suspeitar de uma pinta?

Importante ficar atento à regra ABCDE quando avaliar uma pinta:

A
de assimetria – quanto mais assimétrica, mais perigosa a pinta

B de borda – quando a borda é irregular, mais perigosa

C de cor – cores variadas com nuances de preto

D de diâmetro – diâmetro maior que 0,6 mm

E de evolução – pintas que evoluem rapidamente.


Quando é preciso tratar as pintas?

Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento, mas alguns nervos pigmentados podem sofrer processo de malignização, dando origem ao melanoma maligno, principalmente os nervos displásicos.

Caso haja a suspeita de transformação, é indicada a retirada cirúrgica. Pintas escuras que são assimétricas apresentam bordas irregulares, várias colorações e estão aumentando de tamanho, podem se tornar atípicas e se transformarem em um câncer de pele. 

Por isso é importante a avaliação do dermatologista! 


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