Blog


Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira entre Diabéticos

postado em 4 de ago de 2019 12:01 por Tiago Morandi

 Cerca de metade dos diabéticos no Brasil corre risco de perder a visão, alerta membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Quem tem a glicemia controlada apresenta menos chance de ter a retinopatia. Mas quem está com ela descontrolada ou esteve com a doença sem controle por muito tempo no passado, mas a estabilizou agora, apresenta grande chances de desenvolver a doença.

Fonte:
https://extra.globo.com

A doença se caracteriza pela degeneração da retina, provocada pela ação da glicemia descontrolada no sangue do paciente diabético. O tempo de diabetes também contribui: o risco é maior em quem tem a doença há mais de 15 anos.

Pacientes diagnosticados com diabetes do tipo 2 (mais comum em pessoas com obesidade, hipertensão e sedentárias) devem ir anualmente ao oftalmologista após descobrirem a doença. Já aqueles que têm o tipo 1 (autoimune e comum em crianças), devem ir a primeira vez ao oftalmologista cinco anos após o diagnóstico, recomenda os especialistas.

O exame de fundo de olho é o caminho para o diagnóstico da retinopatia diabética. Caso encontre alguma alteração, o médico poderá pedir testes complementares, como a tomografia de mácula e a angiografia de retina com contraste.




Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira!

Por não apresentar sintomas na fase inicial da doença, o acompanhamento da saúde ocular com um oftalmologista é a única maneira de diagnosticar precocemente a retinopatia diabética. Quanto antes a doença for descoberta, mais eficiente será o tratamento e menor são as chances de o paciente ficar cego.

É importante ficar atento as alterações das pintas no seu corpo.

postado em 25 de jul de 2019 12:08 por Tiago Morandi   [ 25 de jul de 2019 12:13 atualizado‎(s)‎ ]

Fonte: https://denisesteiner.com.br/

Geralmente as pintas surgem como pequenas manchas assintomáticas, que podem permanecer planas ou, com o tempo, aumentar de espessura, tornando-se elevadas.

Podem estar presentes desde o nascimento ou se desenvolver com o passar dos anos. Algumas pessoas apresentam apenas uma ou poucas lesões, enquanto outras podem ter dezenas espalhadas pelo corpo.

Como suspeitar de uma pinta?

Importante ficar atento à regra ABCDE quando avaliar uma pinta:

A
de assimetria – quanto mais assimétrica, mais perigosa a pinta

B de borda – quando a borda é irregular, mais perigosa

C de cor – cores variadas com nuances de preto

D de diâmetro – diâmetro maior que 0,6 mm

E de evolução – pintas que evoluem rapidamente.


Quando é preciso tratar as pintas?

Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento, mas alguns nervos pigmentados podem sofrer processo de malignização, dando origem ao melanoma maligno, principalmente os nervos displásicos.

Caso haja a suspeita de transformação, é indicada a retirada cirúrgica. Pintas escuras que são assimétricas apresentam bordas irregulares, várias colorações e estão aumentando de tamanho, podem se tornar atípicas e se transformarem em um câncer de pele. 

Por isso é importante a avaliação do dermatologista! 


Prevenção de Tendinite no Pulso!

postado em 13 de jun de 2019 12:53 por Tiago Morandi   [ 13 de jun de 2019 12:59 atualizado‎(s)‎ ]

Há uma série de medidas que você pode tomar para evitar que a tendinite do punho, uma DORT das mais comuns te afaste do trabalho. O passo mais importante é entender que a tendinite ou tenossinovite é uma tipica lesão por esforço repetitivo e que você deve modificar qualquer atividade específica que pareça agravar sua condição no trabalho ou nas atividades do dia a dia.

Fonte: https://www.ortopediabr.com.br/

Atitudes simples como ter atenção na forma e na quantidade de pressão que você exerce para pegar ou segurar os objetos do dia a dia ou no seu trabalho já são importantíssimas. 

  • Altere a posição das suas mãos durante a execução de uma atividade. Além disso, atente para a melhor ergonomia possível quando você as executa. 
  • Especial atenção deve ser tomada ao digitar ou usar o mouse. Estas medidas simples podem garantir que nenhum tendão seja sobrecarregado.
  • Usar uma tala especial durante as atividades que irritam e são causas da sua tendinite pode ser útil. Hoje, já existem suportes e munhequeiras simples com velcro, fáceis de usar e eficazes para evitar os sintomas.
  • Tenha cuidado ao tomar medicamentos antes das atividades, pois às vezes isso pode simplesmente encobrir os sintomas. Certas vezes é melhor que você seja capaz de avaliar quando você está exagerando uma atividade.
  • Alongamentos suaves e aquecimento antes das atividades pode garantir que os tendões estejam prontos para o trabalho ou atividade. A aplicação de bolsas de gelo logo depois do encerramento, pode evitar qualquer inflamação.
Se você não puder manter o controle sobre a dor no pulso e os demais sintomas com as dicas acima, pode ser a hora de consultar seu ortopedista.

Zumbido no seu ouvido? Não ignore!

postado em 3 de jun de 2019 12:09 por Tiago Morandi   [ 3 de jun de 2019 12:10 atualizado‎(s)‎ ]

Esse sintoma pode indicar desde infecções no canal auditivo até tumores. Quando saímos de um ambiente com música alta, no qual ficamos muito tempo expostos a decibéis acima dos considerados saudáveis para o canal auditivo, às vezes apresentamos um zumbido no ouvido, bem parecido com o chiado de um mosquitinho ou um apito incomodando sem parar.



Quando saímos de um ambiente com música alta, no qual ficamos muito tempo expostos a decibéis acima dos considerados saudáveis para o canal auditivo, às vezes apresentamos um zumbido no ouvido, bem parecido com o chiado de um mosquitinho ou um apito incomodando sem parar.

Pode parecer normal, mas na verdade esse sintoma, em boa parte das vezes, indica um quadro inicial ou já está associado à perda auditiva por causa de maus hábitos, como nosso costume de ouvir música alta (em especial nos fones de ouvido), ou da poluição sonora.

É preciso estar atento ao zumbido porque ele pode ser um sinal precoce de outras condições que não estão diretamente ligadas ao órgão auditivo.

Doenças Relacionadas:

Quando o problema não está no ouvido, encontrar a causa do zumbido pode ser a parte mais difícil para o profissional de saúde, já que o sintoma se associa desde doenças relativamente simples até enfermidades graves.

A anemia, a diabetes, a pressão alta, os problemas renais e do sistema circulatório são exemplos de condições que atrapalham a microcirculação do ouvido e causam o zumbido. Se não controladas, podem inclusive resultar na perda total da audição. 

Outras desordens metabólicas, que envolvem o triglicérides, o colesterol ou os hormônios tireoideanos também podem provocar esse chiado, assim como problemas na articulação da mandíbula, trauma craniano e até alguns tipos de tumores cerebrais. Paciente que abusam do uso de medicamentos tóxicos ao ouvido, chamados de ototóxicos, como a aspirina, os antibióticos, anti-inflamatórios e os remédios diuréticos, também ficam mais suscetíveis a desenvolver o sintoma.

Todos os casos precisam de atenção médica imediata para evitar complicações na saúde geral e/ou prejudicar a saúde auditiva de forma definitiva. Além disso, quando o zumbido é constante e não tratado, pode atrapalhar o sono e a concentração do paciente, e afetar até mesmo as emoções, gerando casos de depressão, ansiedade e pânico.

Tratamentos:

Atualmente, é possível acabar com essa sensação incômoda com medicamentos, aparelhos auditivos ou outras especificações recomendadas pelo médico.  A adoção de alguns hábitos saudáveis é a principal medida para que não haja a piora do sintoma. 

Entre os hábitos, é fundamental uma alimentação saudável, incluindo a diminuição do açúcar, controle do consumo de cafeína e bebidas alcoólicas, bem como o estresse, e evitar o tabaco e a exposição frequente a sons intensos.

Se você apresenta um quadro constante de zumbido no ouvido, agende uma consulta com um médico que atua na área de otorrinolaringologia agora mesmo. 

Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

postado em 16 de mai de 2019 06:15 por Tiago Morandi

Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

Muitos não sabem, mas a avaliação ocular pode ser o ponto de partida para o diagnóstico de doenças graves, que não necessariamente têm origem nos olhos. 

fonte: http://cbo.net.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_18.pdf


É importante entender que inúmeras doenças sistêmicas provocam consequências na visão; em alguns casos a manifestação ocular é o primeiro indício perceptível de uma condição sistêmica ou crônica. Sendo assim, fica claro que o oftalmologista exerce papel fundamental no cuidado da saúde como um todo. 

De mesmo modo, os especialistas que tratam de doenças não oftálmicas, mas que podem afetar a visão, têm a responsabilidade de orientar essas pessoas sobre a importância de procurar um oftalmologista. Entre os exemplos de problemas sistêmicos que podem comprometer a visão estão doenças como esclerose múltipla, sífilis, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e tuberculose. 

Confira outros exemplos de doenças sistêmicas que podem prejudicar a saúde dos olhos e como elas agem:

ANEMIA FALCIFORME - Pacientes com anemia falciforme devem consultar o oftalmologista periodicamente a fim de evitar as complicações relacionadas com a neovascularização da retina (glaucoma neovascular, hemorragia vítrea), além de isquemia retiniana e oclusão de artérias ou veias. 

DIABETES MELLITUS - A maioria dos problemas oculares dos diabéticos ocorre na retina, decorrente da falta de suprimento sanguíneo e consequente diminuição da oferta de oxigênio (Hipoxia). O diabetes pode acometer ainda outras estruturas do olho como: cristalino, musculatura extraocular, íris, etc.

HIPERTENSÃO ARTERIAL - Alguns sinais da hipertensão são observados quando realizamos o exame de fundo de olho. Por isso, em inúmeros casos, o oftalmologista é o primeiro a diagnosticar a doença. A retinopatia hipertensiva pode desencadear complicações graves como: neuropatia óptica, oclusões das veias e artérias da retina, etc.

MIASTENIA GRAVE - De acordo com pesquisas, metade dos pacientes com miastenia grave apresenta manifestações oculares. Entre elas ptose palpebral (pálpebras mais baixas que o normal) e oftalmoplegia (doença que consiste no enfraquecimento dos músculos do globo ocular). 

HIPERTIREOIDISMO - O hipertireoidismo pode causar proptose (olho saltado), retração palpebral, visão dupla e desvio ocular, que pode ser o primeiro sinal da condição. As complicações oculares referentes a tireoide podem incluir também úlcera da córnea e perda visual. 

Em todos esses casos a prevenção é o melhor remédio. E esse cuidado deve ser realizado com a orientação de um oftalmologista.Entre em contato e agende já uma consulta.

Tipos de câncer de pele!

postado em 22 de abr de 2019 14:57 por Tiago Morandi

O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém, seus números são muito altos.



Tipos de câncer da pele:

Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Em alguns casos, além da exposição ao sol, há outros fatores que desencadeiam seu surgimento. Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada. O tipo mais encontrado é o CBC nódulo-ulcerativo, que se traduz como uma pápula vermelha, brilhosa, com uma crosta central, que pode sangrar com facilidade.

Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação. Normalmente, os CECs têm coloração avermelhada e se apresentam na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Eles podem ter aparência similar à das verrugas. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

Melanomatipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas pelo paciente, embora sejam mais comuns nas pernas, em mulheres; nos troncos, nos homens; e pescoço e rosto em ambos os sexos. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico.

Pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade quando se expõem ao sol, com fototipos I e II, têm mais risco de desenvolver a doença, que também pode manifestar-se em indivíduos negros ou de fototipos mais altos, ainda que mais raramente. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de se espalhar para outros órgãos (metástase) e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce do melanoma é fundamental. Embora apresente pior prognóstico, avanços na medicina e o recente entendimento das mutações genéticas, que levam ao desenvolvimento dos melanomas, possibilitaram que pessoas com melanoma avançado hoje tenham aumento na sobrevida e na qualidade de vida.

A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau.

3 cuidados essenciais para todos os tipos de pele!

postado em 22 de abr de 2019 08:12 por Tiago Morandi   [ 22 de abr de 2019 08:15 atualizado‎(s)‎ ]

A pele reveste todo o nosso corpo protegendo contra as agressões externas. É uma grande “capa de proteção” contra fungos, bactérias, produtos químicos, físicos e mesmo fatores ambientais, como o sol.  Assim, todo cuidado com ela é importante. Confira:


Fonte: http://www.sbd.org.br ( Sociedade Brasileira de Dermatologia)

Higiene

A hogiene da pele el geral é de extrema importância, para mante-la limpa dos poluentes em geral e também para a remoção de agentes infectantes que possam se acumular no dia a dia. Para a pele do rosto também a higiene é muito importante, sendo recomendada sua limpeza duas vezes ao dia, de manhã e à noite, para evitar o acúmulo de oleosidade e resíduos de maquiagem e outros produtos, poluentes e poeira. O acúmulo de sujeira na pele do rosto leva à ocliusão dos poros, e favorece o aparecimento de cravos e espinhas, além de contribuir para o envelhecimento precoce.

É recomendável usar sabonete adequado para cada tipo de pele, preferencialmente, líquido. Para peles oleosas a mistas, o ideal é optar por sabonetes à base de ingredientes adstringentes que favorecem a remoção das impurezas e a desobstrução dos poros. 


Hidratação

Uma boa hidratação auxilia na manutenção do viço e da beleza da pele, além de manter a integridade da camada de proteção cutânea e evitar problemas como descamação, ressecamento, envelhecimento precoce, irritações e infecções.

Assim, diariamente, é preciso usar hidratantes adequados a cada tipo de pele e específicos para o rosto e o corpo. É bom lembrar que as peles oleosas também precisam de hidratação. Nesse caso, recomenda-se usar um produto oil free,  à base de água e que não aumenta a oleosidade.

Uma boa hidratação deve ser feita por dentro e por fora. Por isso, além do uso de produtos específicos, recomenda-se a ingestão diária de, no mínimo, dois litros de água. Veja outras medidas que ajudam a manter a pele bem hidratada:

  • Evitar exposição excessiva ao sol.
  • Manter uma dieta rica em frutas e verduras, que contenham muitas fibras.
  • Evitar o uso excessivo de sabonetes, buchas, banhos muito quentes e prolongados, principalmente no inverno.
  • Evitar realizar esfoliações excessivas na pele.

Proteção Solar 

A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo e os raios solares penetram profundamente na pele, podendo provocar diversas alterações, como  o surgimento de pintas, sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou malignos, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco. Ao sair ao ar livre, procurar ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10 e 16 horas, quando a radiação UVB é mais intensa. Usar sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) 30 ou maior. Cobrir as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção.

E ai, gostou das nossas dicas? Então siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de tudo que está rolando por lá.



4 Fatos que você deve saber sobre o Papanicolau!

postado em 10 de abr de 2019 10:26 por Tiago Morandi

Durante o workshop, o ginecologista Julio Resende, coordenador do Programa de Rastreamento de Cânceres Ginecológicos do Hospital de Câncer de Barretos (SP), esclareceu alguns pontos-chave que geram bastante confusão sobre o Papanicolau. 


Fonte: 
https://saude.abril.com.br/medicina/

Veja abaixo:

1) O papanicolau não é feito para detectar DSTs

Não pense que esse exame vai captar toda e qualquer doença sexualmente transmissível. Na verdade, ele sequer confirma a presença do vírus HPV. Em resumo, o teste rastreia a presença de lesões pré-cancerosas (que são provocadas pelo vírus em questão).

Claro que, durante a avaliação do ginecologista, a busca por DSTs em geral também deve ser contemplada. Só que os meios de fazer isso são outros. Recado final deste item: pergunte para o profissional se ele pretende realizar o papanicolau ou não.


2) O resultado demora alguns dias para sair

Muitas mulheres imaginam que esse exame consiste apenas em uma observação atenta do colo do útero. Não se engane: durante o procedimento, o expert coleta material com um equipamento e, na sequência, envia-o ao laboratório para uma análise mais complexa.


3) É um exame preventivo

Como já dissemos, a sacada do papanicolau é indicar lesões pré-cancerosas — ou seja, que vão originar um tumor se não forem removidas a tempo. Trata-se de uma estratégia diferente da mamografia, por exemplo, que detecta o câncer de mama em si.

Portanto, quando você se submete com regularidade ao papanicolau, o risco de desenvolver um tumor de colo de útero, mesmo que inicial, cai demais. Trocando em miúdos, não é um método para diagnosticar a doença, mas para impedir que ela apareça.

Aliás, se o resultado sugerir alguma anormalidade, você precisará realizar outros testes, como a colposcopia, para que os especialistas de fato saibam o que está acontecendo. Entendido?


4) Não precisa ser feito todo ano

As Diretrizes Brasileiras Para o Rastreamento do Câncer de Colo de Útero, do Ministério da Saúde, são claras. Segundo elas, as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual devem começar a fazer o papanicolau a partir dos 25 anos.

As duas primeiras avaliações precisam, sim, ser realizadas com um intervalo de um ano entre elas. Mas, se ambos os resultados vierem negativos (o que é bom), as próximas podem ser repetidas de três em três anos — sem prejuízos às mulheres, que fique claro.

É possível interromper essa estratégia de rastreamento aos 64 anos, desde que os últimos dois exames não tenham indicado sinais suspeitos. Agora, mulheres mais velhas que nunca realizaram o papanicolau se beneficiam ao recorrer a ele mesmo depois dessa faixa etária.

A importância do ultrassom morfológico

postado em 14 de mar de 2019 13:56 por Tiago Morandi

O momento da ultrassonografia é um dos mais especiais durante a gravidez: é a oportunidade de ver o corpinho do bebê se desenvolvendo, descobrir o sexo e verificar se peso e tamanho estão compatíveis com o período da gestação, entre outras tantas utilidades.

A quantidade de vezes em que a mulher faz esse exame por imagem varia muito, a depender da linha adotada pelo médico e também do tipo de acompanhamento pré-natal: quem tem convênio ou faz o acompanhamento particular acaba fazendo mais vezes o exame, ao passo que aquelas que são acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde têm o acesso reduzido.

Mas quantas ultrassonografias, de fato, são necessárias? Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, apenas dois exames ultrassonográficos são indicados para todas as grávidas: as ultrassonografias morfológicas de primeiro e segundo trimestre, necessárias para avaliar as diversas estruturas do feto.

Na primeira morfológica, realizada entre a 11ª e a 14ª semana de gestação, o índice mais importante a ser visto é a translucência nucal (TN), parâmetro que mede o acúmulo de líquido na nuca. Se a medida estiver além do esperado, maior é o risco de a criança apresentar malformações ou síndromes, como a de Down.


Para calcular o risco, leva-se em conta não só a TN mas fatores como a idade materna, a idade gestacional e o histórico familiar. Nem sempre, no entanto, o diagnóstico se confirma: estima-se que 5% dos casos sejam falsos-positivos, isto é, aparecem como positivos na ultrassom, mas a criança nasce sem apresentar a condição.

A segunda ultrassonografia morfológica é realizada no segundo trimestre da gravidez, entre a 18ª e a 20ª semana. Como nessa fase da gestação o feto já está bem desenvolvido, com os órgãos mais definidos, a confiabilidade do exame é muito grande. Durante o procedimento, o médico radiologista é capaz de avaliar estruturas, como calota craniana, cérebro, tórax, estômago e rins, além dos membros e da genitália. Malformações da coluna vertebral, mãos, pés, face e coração também têm um diagnóstico mais preciso.

A partir do resultado, a gestante pode ter que fazer exames mais detalhados. Se o ultrassom acusar problemas no coração, é indicada uma reavaliação por meio de um exame chamado ecocardiografia fetal. Na suspeita de malformação óssea, o médico pode solicitar um exame detalhado dessa estrutura anatômica.

É por meio dessas ultrassonografias que também se confirma ou determina a idade gestacional e, consequentemente, a data provável do parto.

Sexo do bebê
Mas e o sexo da criança? Pois é, na primeira morfológica, os médicos costumam ter um palpite, mas a confirmação por exame de imagem só acontece por volta da 17ª semana. Muitas mulheres optam por fazer uma ultrassom nessa época, apenas para sanar a curiosidade. Para aquelas que só farão as duas morfológicas, somente no segundo exame é mais provável que se saiba se virá um menino ou uma menina.

Mesmo assim, é indicado perguntar ao médico qual a confiança no resultado obtido. A visualização do sexo pelas imagens depende de uma série de fatores. Se, por exemplo, uma parte do cordão umbilical estiver localizada entre as pernas do bebê, pode ser mais difícil de identificar o sexo.

Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança?

postado em 14 de mar de 2019 11:15 por Tiago Morandi   [ 14 de mar de 2019 11:15 atualizado‎(s)‎ ]

Muitos pais apresentam este questionamento quando levam seus filhos para consulta médica. No entanto, é bom ressaltar que tal dúvida surge no dia a dia, onde os pais notam algumas características nas crianças.

Atitudes como engatinhar, andar, aumentar o repertório, entre outras ações merecem total atenção dos adultos que convivem com o pequeno. É normal que pais e responsáveis comecem a fazer comparação com outras crianças do convívio (sobrinhos, vizinhos e até outros filhos) para constatarem que há um relativo “atraso” no desenvolvimento da criança.

Contudo, é sempre relevante procurar ajuda de Terapeuta Ocupacional para que ele possa avaliar a situação e, assim, dar uma posição acerca do que foi apresentado.

Fonte: https://neurosaber.com.br


Os sinais de atraso no desenvolvimento

Vale apontar alguns dos sinais que mostram que sinais podem ser identificados em casos de atrasos no desenvolvimento. Veja a seguir:

  • – Dificuldade com a habilidade de linguagem e a compreensão da fala da criança;
  • – Dificuldade para desempenhar ações básicas de cuidados, como lavar as mãos, vestir a própria roupa, etc. (Importante salientar que mesmo muito novas, as crianças podem e devem ser estimuladas a algumas ações de higiene pessoal);
  • – Dificuldade com a coordenação motora ampla, aquela que é responsável pelas ações dos principais músculos do corpo: andar, dançar, pular, sentar, etc.
  • – Dificuldade com a coordenação motora fina, que fica a cargo dos pequenos músculos e dão à criança a capacidade de manipular objetos, desenhar, recortar, escrever, entre outras ações;
  • – Dificuldade para habilidade de interação social: quando a criança se mostra arredia em todas as situações que saem do seu contexto familiar.

 

É preciso cautela para analisar os casos

Ao ler alguns dos sinais que podem ser apresentados pelas crianças como atraso no desenvolvimento, vocês devem ter notado que muitas delas mostram tais características. Portanto, é preciso ter muita cautela para considerar uma condição de ‘atraso’.

Para se ter um exemplo, é comum que crianças se sintam intimidadas em algum lugar que elas não conheçam e tenham dificuldade de se relacionar com os demais. Isto não tem nada a ver com atraso, mas uma timidez absolutamente normal. Há que se considerar, no entanto, quais as circunstâncias e a frequência que isso ocorre. Por isso o acompanhamento de um especialista é importante.

 

Há fatores que influenciam no possível atraso do desenvolvimento?

Sim. Alguns fatores podem ser identificados pelos médicos como a causa dessa situação.

Veja abaixo quais são elas:

  • – Complicação durante nascimento;
  • – Bebês prematuros;
  • – Condição genética;
  • – Síndromes que causam distúrbio de comportamento, dificuldades neuropsicomotoras e cognitivas;
  • – Dificuldades de audição;
  • – Entre outras.

 

Número é considerado normal

Segundo pesquisas realizadas acerca do tema, o índice de crianças que apresentam atrasos em algum desenvolvimento varia em uma média que vai de 10% a 15%, em pessoas abaixo dos 3 anos de idade. Há casos de pequenos que levam essas dificuldades até o início do ensino fundamental.

 

O tratamento é sempre importante

A ajuda de um Terapeuta Ocupacional é imprescindível para oferecer à criança a possibilidade de melhorar o seu desenvolvimento e ter uma excelente qualidade de vida.  

1-10 of 88