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Prevenção e Tratamento do Câncer de Próstata.

postado em 13 de nov de 2017 08:33 por 2f - Digital


A melhor forma de prevenir a doença é manter hábitos de vida saudável e “ouvir” o próprio corpo, comunicando o seu médico as alterações no funcionamento do seu organismo. 



O benefício da prevenção do câncer de próstata através do toque retal e dosagem do PSA (substância no sangue produzido pela próstata), ainda é controverso se oferecido como um programa de rastreamento para toda a população. Entretanto, homens com mais de 55 anos que queiram prevenir o câncer da próstata devem discutir com seu médico as implicações de realizar o toque retal e a dosagem do PSA. Quem já teve um parente de primeiro grau com câncer da próstata e/ou é afrodescendente, deve estar mais atento, já que o risco é maior nessa população.

Como é o tratamento?

O tratamento depende do quanto a doença penetrou na próstata e se há metástase ou não. Depende também da agressividade da doença, que é medida por uma escala chamada “Gleason” e do valor do PSA no sangue. Quando a doença está apenas na próstata, o tratamento é feito com a cirurgia de retirada da próstata ou através da radioterapia, associada muitas vezes a uma injeção para bloquear a produção dos hormônios masculinos. Entretanto, quando a doença invade os órgãos em volta da próstata ou quando já se apresenta com metástases, a cura não é mais possível e o objetivo do tratamento passa a ser frear o avanço da doença. Para isso, o tratamento deve ser inicialmente com o bloqueio da produção dos hormônios masculinos, e futuramente com a quimioterapia ou novas drogas que inibem a produção dos hormônios de forma mais potente.


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Câncer de Próstata!

postado em 13 de nov de 2017 08:30 por 2f - Digital   [ 13 de nov de 2017 08:49 atualizado‎(s)‎ ]

A próstata é um órgão que faz parte do aparelho reprodutor masculino e sua principal função é produzir parte do líquido que forma o sêmen ou “esperma”. 

Esse líquido é produzido por estruturas glandulares (ácinos) e possui propriedades que ajudam a nutrir e preservar a integridade dos espermatozoides. O câncer da próstata é uma consequência da transformação das células dos ácinos, que passam a se proliferarem de forma anormal e ganham a capacidade de invadir o órgão e até, em alguns casos, circular pelo corpo e produzir tumores em outras partes do corpo (chamado de metástase).


Quais são os fatores de risco?

O principal fator de risco para o câncer da próstata é a idade. Quanto mais velha é a pessoa, maior a chance de desenvolver a doença. História familiar em parentes de primeiro grau também aumentam a chance de desenvolver a doença. Como são fatores que não podem ser mudados ou evitados, o importante é sempre estar atento aos sinais que o corpo pode dar e consultar o médico em caso de sintomas e/ou dúvidas. Outros fatores de risco têm sido pesquisados, mas ainda não é possível afirmar com certeza que eles estão associados ao câncer da próstata.

Quais são os sinais e sintomas?

Muitas vezes os sintomas não aparecem e o câncer já esta lá na próstata. Isso não significa que a presença do câncer vá trazer imediatamente um problema. Muitos pacientes já são idosos e veem a falecer por outras causas, sem saber que já tinham um câncer na próstata. Entretanto, em alguns casos, podem surgir sintomas como ardência urinária, dor ao urinar, jato fraco da urina e raias de sangue no esperma. Quando esses sintomas aparecem, é muito mais provável que eles sejam consequência de uma doença benigna (como hiperplasia da próstata) do que decorrentes de um câncer. Entretanto, é importante “ouvir” o corpo e procurar um médico. Em poucos casos, a doença se desenvolve “silenciosamente” e quando o paciente procura o médico, já existe metástase nos ossos, o que gera dores no corpo e aumenta o risco de fraturas.

Aranhas Vasculares ou Teleangiectasias

postado em 1 de nov de 2017 11:42 por 2f - Digital   [ 1 de nov de 2017 11:47 atualizado‎(s)‎ ]

As veias superficiais da perna, ás vezes chamadas de aranhas vasculares ou veias de aranha ocorrem quando um grupo de pequenas veias estão concentradas abaixo da superfície de pigmentação da pele e causam uma cor avermelhada, azul ou roxa.


Estas veias são nomeadas pela forma como adquirem essa pigmentação. Em alguns casos, as aranhas vasculares estão menos visíveis e em outros são mais evidentes, o que poderá comprometer a auto estima de qualquer mulher. No entanto, as aranhas vasculares são inofensivas para a saúde e apenas são normalmente tratadas por motivos meramente estéticos.

As veias de aranha ocorrem com mais frequência nas coxas, tornozelos, panturrilhas e são mais comuns nas mulheres do que em homens. Ainda não se entende claramente quais as causas do aparecimento das varizes, mas pode ser uma herança genética.

Alguns casos estão relacionados com a gravidez, uso de pílulas anticoncepcionais ou excesso de peso. Outros tipos de veias que podem aparecer semelhante às aranhas vasculares incluem:

Telangiectasia – dilatação dos vasos capilares próximos à pele que tendem a ser mais aparentes na face, enquanto que as veias de aranha ocorrem com mais frequencia nas pernas e nos pés.

Hemangiomas e angiomas – Consistem em artérias muito pequenas chamadas arteríolas.

Vascular - Úlceras

postado em 30 de out de 2017 04:24 por 2f - Digital

O último estágio da insuficiência venosa é aparecimento de úlceras na pele. Podem ser únicas ou múltiplas e se localizam preferencialmente próximo ao tornozelo, local de maior estase.

 

Além do edema, a retenção de sangue dos membros inferiores pode causar alteração de coloração da pele, deixando-a mais escura e arroxeada.

As pequenas veias e capilares danificados das pernas permitem o extravasamento das hemácias (glóbulos vermelhos) que, ao sofrerem destruição, liberam seus pigmentos vermelhos que acabam por se depositar na pele.

Nesta fase, a pele pode sofrer alterações na sua textura, ficando ressecada e inflamada, o que recebe o nome de dermatite de estase. Esta dermatite se caracteriza por um espessamento da pele associada à escamação, erosão e perda de líquidos pelos poros.

Nesta fase a pele se torna vulnerável, facilitando a invasão da mesma por bactérias e o desenvolvimento de infecções, como erisipela e celulite.

O último estágio da insuficiência venosa é aparecimento de úlceras na pele. Podem ser únicas ou múltiplas e se localizam preferencialmente próximo ao tornozelo, local de maior estase.

As úlceras normalmente aparecem após pequenos traumas e se formam devido à fragilidade da pele e dos vasos.

Se não tratada, as úlceras continuam crescendo de modo circunferencial, podendo se tornar lesões gigantes e frequentes pontos susceptíveis às infecções.


As 10 Doenças Cardiovasculares Mais Comuns

postado em 19 de out de 2017 09:21 por 2f - Digital

Para ficar atento e evitar que as doenças cardiovasculares se agravem, e levem à morte súbita, é sempre importante um acompanhamento criteriosos. Principalmente para quem já tem casos na família. Veja a seguir as principais doenças cardiovasculares e como elas se manifestam: 



1) Angina.

Muitas pessoas não sabem, mas especialistas não consideram a angina como uma doença, mas sim um dos sinais de que algo não vai bem com o coração. Chamada de angina pectoris¸ trata-se de uma dor forte ou desconforto localizado bem no centro do peito. Normalmente surge junto com outros sintomas, como uma sensação de pressão, aperto ou queimação acima do tórax.

Em casos mais graves a dor pode também se espalhar para os braços, costas, pescoço ou mandíbulas. É causada pela interrupção parcial da passagem do sangue para o coração, impedindo que ele receba oxigênio e nutrientes suficientes para continuar funcionando normalmente.

2) Aneurisma da aorta abdominal.

Trata-se de uma dilatação preenchida com sangue localizada na parte da aorta que passa pelo abdômen. Há um grande risco de que, com o tempo, esta protuberância venha a enfraquecer, podendo se romper e levando a uma hemorragia interna. Na maioria dos casos não apresenta sintomas, sendo diagnosticada em exames de rotina.

Não há uma causa definida para esta doença cardiovascular, mas acredita-se que possa estar relacionada a uma fragilidade na parede da aorta, ou mesmo por uma obstrução das artérias (aterosclerose). O fator hereditário também não é afastado pelos especialistas.

3) Arritmia.

Pode ser definida como um distúrbio do batimento ou ritmo cardíaco, tendo como sintoma o batimento muito rápido (taquicardia), muito lento (bradicardia) ou mesmo irregular. Geralmente é causada por problemas no sistema elétrico de condução do coração, podendo ser motivadas por: ataque cardíaco, cardiomiopatia, artérias bloqueadas, hipertensão, diabetes, hipertireoidismo, fumo, alcoolismo, consumo exagerado de cafeína, uso de drogas em geral e estresse.

5) Ataque cardíaco (infarto agudo do miocárdio).

É provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, em função de uma obstrução da artéria coronária. Os principais sintomas são:

  • dor no peito;
  • sudorese;
  • falta de ar;
  • mal estar súbito.

Especialistas indicam que logo aos primeiros sinais de ataque cardíaco é importante levar o paciente imediatamente ao hospital, uma vez que o risco de morte vai aumentando em 10% a cada minuto. Até que o atendimento seja feito por profissionais, a massagem cardíaca pode ajudar a reduzir os danos.

6) Doença cardíaca congênita (cardiopatia congênita).

Trata-se de uma alteração na estrutura do coração presente desde o desenvolvimento do feto, ainda na gestação. Dados da American Heart Associationindicam que este problema afeta cerca de 1 em cada 100 crianças.

7) Doença vascular periférica.

É um problema gerado pelo acúmulo de gordura nas artérias periféricas (braços, pernas), causando a redução ou mesmo obstrução do fluxo sanguíneo. Os principais sintomas são dores nos membros, dormência e queda de temperatura local.

8) Endocardite.

É também conhecida como infecção valvular, tratando-se de uma infecção no endocárdio (revestimento interno do coração). Na maioria dos casos é causada por bactérias (stafilococos aureus, enterococos, estreptococos viridans) ou germes que saem de outra parte do corpo e chega áreas já afetadas do coração por meio da corrente sanguínea.

Entre os principais sintomas estão febre e calafrios, fadiga, dor nos músculos e articulações, sudorese noturna, respiração curta, palidez e tosse persistente. Somente em casos raros a doença atinge pessoas com o coração saudável.  

8) Insuficiência cardíaca.

Também conhecida como insuficiência cardíaca congestiva, é quando o coração não possui mais força para fazer o bombeamento de sangue para o resto do corpo. Divide-se em dois tipos:

  • Sistólica§ nos casos em que o músculo cardíaco não consegue bombear ou ejetar o sangue para fora do coração!
  • Diastólica§ quando estes músculos ficam rígidos e não se enchem suficientemente de sangue!

Trata-se de uma doença que se desenvolve com o passar do tempo, sendo que apenas em alguns casos é possível que venha a surgir de maneira repentina. Pode afetar todo o músculo cardíaco ou apenas de um dos lados.

9) Miocardite.

Pode-se definir como a inflamação de um músculo do coração chamado de miocárdio, podendo ser causada principalmente por infecções por vírus, bactérias, protozoários ou fungos, uso de certos medicamentos, doenças autoimunes, consumo exagerado de álcool ou drogas.

Muitas vezes apresenta poucos ou mesmo nenhum sintoma. Entre as consequências da doença podemos citar a falência da bomba cardíaca (redução de sua capacidade de bombear sangue), além de causar arritmias cardíacas.

10) Tumores no coração.

É considerado tumor todo tipo de crescimento celular anormal, podendo ser benigno ou maligno (câncer). Quando sua origem é no próprio coração, chama-se primário ou primitivo, mas os deste tipo são bem raros. Os mais comuns são os denominados secundários, casos em que são originados da metástase de tumores malignos em outras partes do corpo e vão para o coração.

A maior parte dos tumores primários do coração são benignos (75%), enquanto os secundários são sempre malignos. Em muitos os tumores no coração não apresentam sintomas, podendo levar, em pouco tempo, ao surgimento de outras disfunções cardíacas fatais. Entre as quais, a insuficiência cardíaca súbita, caracterizada por arritmias cardíacas e queda brusca da pressão arterial.

“A instrução que podemos dar a todas as pessoas é: não deixem de fazer exames periódicos, principalmente aquelas pessoas que levam um estilo de vida menos saudável. Apesar de ser considerado o músculo mais forte do corpo, o coração pode estar sofrendo para manter a vida de quem o carrega”, conclui Sobrinho

Quantos ultrassons são necessários durante a gravidez?

postado em 16 de out de 2017 12:49 por 2f - Digital

O mais comum é fazer uma ultrassonografia por volta das 13 semanas (entre 11 e 14 semanas) e uma mais detalhada perto das 20 semanas de gestação, o chamado ultrassom morfológico. 


O ideal é fazer mais uma entre a 34a e a 37a semana, porém não há regra sobre o número total.

O exame pode ser feito a qualquer momento -- no comecinho da gravidez, para descartar uma gestação ectópica, e bem perto do nascimento, para avaliar o nível de líquido amniótico, por exemplo.

Se, por algum motivo, só se puder fazer um ultrassom, o obstetra deve optar pelo da 20a semana.

O exame costuma ser feito em laboratórios ou no hospital, mas alguns médicos possuem o aparelho no próprio consultório, o que permite às mães verem o bebê a cada consulta.

Ultrassom no primeiro trimestre

O obstetra pode pedir um ultrassom nos primeiros três meses de gravidez pelos seguintes motivos:

Descartar um aborto espontâneo
Se você tiver sangramento vaginal no começo da gravidez, o médico pode pedir um ultrassom para descartar a possibilidade de aborto. 

A partir de 7 semanas de gravidez, os batimentos cardíacos do bebê já devem estar perceptíveis (considerando um ciclo menstrual de 28 dias). Quando se vê o coração do bebê batendo, a chance de a gravidez prosseguir sem problemas é de mais de 97 por cento. 

É importante lembrar que é muito difícil determinar exatamente quando a concepção ocorreu. Por isso, se você não vir o coração do bebê batendo no ultrassom, tente não se desesperar. 

O médico deve esperar mais uma semana e pedir uma nova ecografia. Pode ser que o bebê tenha sido concebido mais tarde do que você imaginava.

Descartar gravidez ectópica ou molar
O sangramento vaginal (junto com outros sintomas) também pode ser indicação de uma gravidez ectópica ou molar. 

No caso de uma gravidez ectópica, quando o embrião começa a se desenvolver fora do útero, o médico tentará localizar o saco gestacional. 

Numa gravidez molar, em que a placenta é anormal e o bebê não é viável, o ultrassonografista visualiza uma figura bem diferente da que deveria ser a do bebê. 

Determinar a idade gestacional
Quando a mulher não sabe a data de sua última menstruação, o médico pode pedir uma ultrassonografia para determinar há quanto tempo ela está grávida, através da medição do bebê

Entre as 7 e as 13 semanas de gestação, a medida craniocaudal (da cabeça até o bumbum do bebê) consegue determinar a idade gestacional com bastante precisão.

Determinar se há mais de um bebê
Se você tiver se submetido a tratamentos de fertilidade ou o médico desconfiar de gêmeos ou múltiplos, ele vai pedir um ultrassom para saber quantos bebês há na sua barriga.

Ultrassom no segundo trimestre

Você deve ser submetida aos seguintes ultrassons:

Translucência nucal
Perto das 13 semanas, o médico pode pedir uma ultrassonografia para fazer o exame de translucência nucal -- a medição de uma dobra específica na nuca do bebê e a verificação da presença do osso nasal. 

Isso ajuda a detectar sinais de problemas genéticos como a síndrome de Down. O momento ideal para a realização do exame é na 12a semana.

Na maioria dos casos o resultado é tranquilizador. Mas, se o médico desconfiar de alguma alteração, pode sugerir a realização de exames genéticos mais invasivos, como a biópsia do vilo corial ou amniocentese

No ultrassom realizado nessa fase, ainda não dá para determinar com certeza o sexo do bebê. O ultrassonografista pode arriscar um chute, pelo ângulo do apêndice genital -- mas a chance de acerto não passa de 80 por cento.

Ultrassom morfológico
Essa é a ultrassonografia mais detalhada, que pode levar mais de meia hora. Ela é feita por volta das 20 semanas, e nela já dá para ver o sexo do bebê. 

O ultrassonografista vai verificar o coração do bebê e suas câmaras, a formação do cérebro, os órgãos digestivos e outros sistemas. Também vai medir a cabeça do bebê e o fêmur, o osso da coxa, para ver se o crescimento está dentro da média.

No exame também é possível determinar a localização da placenta. Se ela estiver bloqueando a abertura do colo do útero (placenta prévia), o médico vai pedir novos ultrassons para ver se ela mudou de lugar.

Na grande maioria dos casos ela muda. No caso de ainda estar cobrindo o colo do útero no fim da gestação, o bebê terá de nascer obrigatoriamente de cesariana.

O exame pode ser feito com doppler, um sistema que mostra o fluxo de sangue no útero, na placenta e no bebê, com as cores azul e vermelha.

Se o médico desconfiar de alguma anormalidade, pode pedir a realização específica de um ultrassom em três ou quatro dimensões, que dá uma imagem mais detalhada do bebê e é capaz de detectar problemas como o lábio leporino, por exemplo.

Ou o médico pode pedir um ultrassom específico do coração do bebê, a ecocardiografia fetal.

Ultrassom no terceiro trimestre

No fim da gravidez, o obstetra pode pedir um ultrassom para determinar a causa de sangramentos vaginais (problemas na placenta, por exemplo), para acompanhar o crescimento do bebê, para verificar o nível do líquido amniótico e para determinar a posição do bebê e da placenta.

Como funciona o Ultrassom?

postado em 16 de out de 2017 12:33 por 2f - Digital

Pais e mães aguardam ansiosos pelo exame para que possam dar a primeira olhadinha em seus filhos, e muitas vezes mostrar "fotos" para o resto da família. 

Isso sem contar a aguardada descoberta do sexo do bebê. Por mais emocionante que esse momento seja, é fundamental lembrar que o objetivo primordial do ultrassom é checar se o bebê está se desenvolvendo bem.

Durante o teste, o ultrassonografista lança ondas de som em alta frequência para dentro do útero, e essas ondas atingem o bebê. O computador traduz os sons de eco que são recebidos de volta em imagens de vídeo, que revelam então o formato do bebê, sua posição e seus movimentos.

Para facilitar, ele passa um gel sobre a sua barriga e depois um aparelhinho sobre o gel. 

Existe também o ultrassom intravaginal, usado no comecinho da gravidez, até 11 semanas.

As ondas de ultrassom também são usadas no aparelho que os obstetras utilizam para ouvir os batimentos cardíacos do bebê.




Sinais, Sintomas e Como prevenir!

postado em 9 de out de 2017 07:12 por 2f - Digital

Sinais e Sintomas

É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

  • Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido dos mamilos

As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.


Como Prevenir

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Alimentar-se de forma saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Amamentar

Câncer de Mama!

postado em 9 de out de 2017 06:59 por 2f - Digital   [ 9 de out de 2017 07:03 atualizado‎(s)‎ ]

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos.

Para o Brasil, em 2016, são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama. Tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.

Especificamente no Brasil, esse percentual é um pouco mais elevado e chega a 28,1%. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer é o mais frequente nas mulheres das Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

Como identificar e tratar a Impingem.

postado em 29 de set de 2017 12:20 por 2f - Digital

A impingem, conhecida cientificamente como Tinea corporis, é doença de pele causada por fungos, que provoca o surgimento de pequenas vesículas de líquido claro, que secam e ficam amareladas ou avermelhadas, ao longo do tempo.


Geralmente, esta doença é mais comum em crianças e idosos, mas pode acontecer em qualquer idade devido a falta de higiene ou a transpiração excessiva, por exemplo. As áreas do corpo mais afetadas são normalmente o tronco, a virilha, o rosto e os braços, mas as vesículas podem surgir em qualquer lugar.

A impingem é uma doença muito contagiosa, principalmente se alguém entrar em contato com a lesão de uma pessoa contaminada ou com objetos que tiveram perto. E, por isso, durante o tratamento é aconselhado evitar a partilha de objetos pessoais como toalhas, roupas ou lençóis.


Como é feito o tratamento:

O tratamento para impingem deve ser sempre prescrito por um dermatologista, mas geralmente é feito com pomadas ou cremes para impingem, nos casos mais leves, ou com a ingestão de remédios antifúngicos orais por até 30 dias, nos casos mais graves.

Alguns exemplos de pomadas para tratar a impingem são o Clotrimazol ou Miconazol, por exemplo. Saiba mais sobre os remédios utilizados no tratameto da impingem.

Durante o tratamento, é ainda recomendado manter boa higiene pessoal, mantendo todas as regiões bem lavadas e seca, evitar a partilha de objetos pessoas e evitar coçar as feridas, pois aumenta o risco de transmissão da doença.



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