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Falta de vitamina D durante o período de gestação é fator de alto risco para o Autismo

postado em por Tiago Morandi

Há um emaranhado de fatores de risco para O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), que prejudica a capacidade de interação e comunicação. Entre as condições potencialmente determinantes estão aspectos genéticos e não genéticos – como infecções, complicações obstétricas e nutrição, que, durante a gestação, são fatores para TEA.


Alvo de crescente interesse nos últimos anos, o tema estimula pesquisas que reforçam que casos de autismo são mais predominantes quando taxas de vitamina D da gestante são baixas.

O que já sabemos é que há maior risco para parto prematuro e para a hipertensão durante a gravidez em mães cujos organismos são pobres em relação a essa substância, observa José Mendes Aldrighi, professor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Mencionando um estudo publicado em congresso da Faculdade Real de Psiquiatria do Reino Unido, em 2017, Aldrighi cita que os pesquisadores constataram uma associação entre baixas taxas de vitamina D nas mães, em um período entre 18 e 25 semanas de gestação, e o diagnóstico de autismo para essas crianças quando estavam entre 6 e 9 anos.

Todos os médicos que fazem pré-natal devem saber dessa possibilidade e precisam estar atentos à recomendação da suplementação de vitamina D”, analisa o ginecologista, lembrando que não encontramos quantias suficientes da substância na alimentação cotidiana e que o uso de filtro solar, necessário para a prevenção do câncer de pele, também prejudica a produção da vitamina D. Dessa maneira, “a suplementação é indispensável”.

Prevalência

Dados: Estima-se que exista hoje um caso de autismo em cada 110 pessoas nos Estados Unidos. Dessa forma, o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possui cerca de 2 milhões de autistas.

Tremor nas PÁLPEBRAS? Saiba o que significa este sinal!

postado em 23 de set de 2019 05:01 por Tiago Morandi   [ 23 de set de 2019 05:09 atualizado‎(s)‎ ]

Muitas vezes, quando o corpo passa por um período de cansaço ou estresse excessivo, é comum que ele apresente alguns sinais que indicam como está a sua condição física ou emocional naquele momento. E o tremor nas pálpebras representa um desses sinais.


Fonte: https://hco.med.br/

Esse movimento involuntário que ocorre na região da pálpebra, também conhecido como blefaroespasmo, pode durar pouco tempo ou mesmo persistir por dias.

Mas, independentemente de sua duração, ele com certeza representa um sinal de alerta de que o organismo pode estar no ápice do estresse. E, portanto, é essencial ficar atento quanto a isso.

Por que o tremor nas pálpebras pode indicar estresse ou cansaço?

O tremor nas pálpebras, assim como outros movimentos involuntários dos olhos, são contrações que estão diretamente ligadas ao estresse. Estes sinais ocorrem quando o organismo libera quantidades grandes de hormônios que agem diretamente nas terminações nervosas de alguns músculos, fazendo com que as pálpebras se contraiam de maneira involuntária.

Além do tremor nas pálpebras, outros sinais físicos também podem indicar quando o organismo está no auge do estresse ou cansaço, como dificuldades para dormir, falta de energia, sonolência, arritmia, entre outros.

Apesar do tremor nas pálpebras ser um dos sinais indicativos de estresse e cansaço, ele também pode indicar uma série de outras doenças oculares, tais como Síndrome do Olho Seco, Blefarite e Ceratite.

Apenas médio Oftalmologista! poderá avaliar a raiz do problema, até mesmo para verificar se o problema apresentado realmente se trata de cansaço, estresse excessivo ou algum distúrbio ocular. Agende agora sua consulta!


Preconceito sobre depressão impede que muitos busquem ajuda.

postado em 9 de set de 2019 08:28 por Tiago Morandi

Quantas das pessoas que você conhece sofrem de depressão? Se a resposta for “nenhuma”, é possível que existam casos escondidos ao seu redor. Apesar de atingir mais de 322 milhões de pessoas no mundo, a doença – assim como os demais transtornos psicológicos – ainda é um tabu. 

Entre o medo de falar sobre o tema e o preconceito em torno do assunto, muitos dos que convivem com a depressão preferem o silêncio, um agravante para a maioria dos casos. Quebrá-lo, porém, é possível e pode salvar vidas. 


Jovens são as maiores vítimas do estigma

No mês passado, o Ibope divulgou uma pesquisa alarmante sobre a saúde mental no Brasil. De acordo com o estudo, 39% dos adolescentes afirmaram que, caso recebessem o diagnóstico de depressão, não revelariam para os familiares. Também são eles os que mais se matam, tornando o suicídio a quarta maior causa de morte entre os jovens no país e a segunda no mundo inteiro.




Assim, o suicídio entre jovens é o foco da campanha Setembro Amarelo deste ano, que – diante da urgência em abrir o diálogo sobre o assunto – há cinco anos convida empresas, governos e o público em geral a participarem do projeto de conscientização contra o suicídio. 

Para os especialistas na área, o tabu no grupo mais jovem se ancora em vários motivos. “Além do falso entendimento de que a doença deriva de ‘fraqueza’ e, por isso, seria motivo de vergonha, existe a hipótese de que esses jovens não querem preocupar seus pais. Há, ainda, a ideia de que um diagnóstico psiquiátrico poderia retirar da pessoa a sua capacidade de decisão sobre a própria vida, fazendo-a refém daquilo que terceiros decidam sobre sua vida”, comentam.

Em todos os meses do ano é preciso estar atento aos sinais em pessoas próximas e em você mesmo, pois pode ser um grande diferencial no caminhar desta doença silenciosa. O Instagram Setembro Amarelo contém muitos insights bacanas. Ao buscar, inclusive, pelo hashtag “depressão”, a plataforma oferece ajuda e encaminha para o número 188. O atendimento do Centro de Valorização da Vida é feito diretamente por este número.

Se informar é o melhor caminho. Valorize a vida!

Atenção Homens! Varicocele é a principal causa de Infertilidade Masculina.

postado em 22 de ago de 2019 13:04 por Tiago Morandi   [ 22 de ago de 2019 13:05 atualizado‎(s)‎ ]

Uma das causas da infertilidade é a varicocele, que tipicamente se desenvolve com a chegada da puberdade. Como a doença costuma não apresentar sintomas, ter uma avaliação urológica nessa fase da vida é importante. Confira:

Fonte:
 https://portaldaurologia.org.br


O que é a varicocele?

É uma dilatação anormal das veias testiculares, conhecida também como varizes da bolsa testicular. Elas podem dificultar o retorno venoso e provocar uma alteração na função do testículo, podendo ocasionar uma piora na quantidade e também na qualidade do espermatozoide. Embora não seja motivo de impotência sexual, a varicocele é a principal causa de infertilidade masculina na vida adulta.




Quais são os sintomas?

A varicocele geralmente é assintomática, ou seja, não gera dor ou desconforto na grande maioria das vezes. Em alguns poucos casos o adolescente pode reclamar de um desconforto local, aumento de volume escrotal e, raramente, dor testicular. Embora ocorra com mais intensidade no testículo esquerdo, a bilateralidade é comum. Por ser uma doença silenciosa, ou seja, não gera sintomas importantes de dor ou desconforto escrotal, a maioria só a percebe na idade adulta, já casado, quando procura ajuda especializada para investigação de infertilidade.


Por que a varicocele gera infertilidade no homem?

A varicocele gera um aquecimento do testículo contínuo, que por sua vez gera uma grande produção de radicais livres. Esses radicais livres “atacam” as células produtoras de espermatozoides, gerando com o tempo a morte dessas células. Desta maneira, o testículo começa a reduzir de tamanho, pois existe uma diminuição da população das células produtoras de espermatozoides. Com menos células produtoras de espermatozoides, ocorrerá uma redução na produção de espermatozoides e menor será a capacidade de o homem na vida adulta engravidar sua parceira.

Para melhores informações quanto a diagnósticos e tratamento, favor consultar o médico Urologista.


Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira entre Diabéticos

postado em 4 de ago de 2019 12:01 por Tiago Morandi

 Cerca de metade dos diabéticos no Brasil corre risco de perder a visão, alerta membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Quem tem a glicemia controlada apresenta menos chance de ter a retinopatia. Mas quem está com ela descontrolada ou esteve com a doença sem controle por muito tempo no passado, mas a estabilizou agora, apresenta grande chances de desenvolver a doença.

Fonte:
https://extra.globo.com

A doença se caracteriza pela degeneração da retina, provocada pela ação da glicemia descontrolada no sangue do paciente diabético. O tempo de diabetes também contribui: o risco é maior em quem tem a doença há mais de 15 anos.

Pacientes diagnosticados com diabetes do tipo 2 (mais comum em pessoas com obesidade, hipertensão e sedentárias) devem ir anualmente ao oftalmologista após descobrirem a doença. Já aqueles que têm o tipo 1 (autoimune e comum em crianças), devem ir a primeira vez ao oftalmologista cinco anos após o diagnóstico, recomenda os especialistas.

O exame de fundo de olho é o caminho para o diagnóstico da retinopatia diabética. Caso encontre alguma alteração, o médico poderá pedir testes complementares, como a tomografia de mácula e a angiografia de retina com contraste.




Diagnóstico precoce reduz risco de cegueira!

Por não apresentar sintomas na fase inicial da doença, o acompanhamento da saúde ocular com um oftalmologista é a única maneira de diagnosticar precocemente a retinopatia diabética. Quanto antes a doença for descoberta, mais eficiente será o tratamento e menor são as chances de o paciente ficar cego.

É importante ficar atento as alterações das pintas no seu corpo.

postado em 25 de jul de 2019 12:08 por Tiago Morandi   [ 25 de jul de 2019 12:13 atualizado‎(s)‎ ]

Fonte: https://denisesteiner.com.br/

Geralmente as pintas surgem como pequenas manchas assintomáticas, que podem permanecer planas ou, com o tempo, aumentar de espessura, tornando-se elevadas.

Podem estar presentes desde o nascimento ou se desenvolver com o passar dos anos. Algumas pessoas apresentam apenas uma ou poucas lesões, enquanto outras podem ter dezenas espalhadas pelo corpo.

Como suspeitar de uma pinta?

Importante ficar atento à regra ABCDE quando avaliar uma pinta:

A
de assimetria – quanto mais assimétrica, mais perigosa a pinta

B de borda – quando a borda é irregular, mais perigosa

C de cor – cores variadas com nuances de preto

D de diâmetro – diâmetro maior que 0,6 mm

E de evolução – pintas que evoluem rapidamente.


Quando é preciso tratar as pintas?

Na maioria dos casos não há necessidade de tratamento, mas alguns nervos pigmentados podem sofrer processo de malignização, dando origem ao melanoma maligno, principalmente os nervos displásicos.

Caso haja a suspeita de transformação, é indicada a retirada cirúrgica. Pintas escuras que são assimétricas apresentam bordas irregulares, várias colorações e estão aumentando de tamanho, podem se tornar atípicas e se transformarem em um câncer de pele. 

Por isso é importante a avaliação do dermatologista! 


Prevenção de Tendinite no Pulso!

postado em 13 de jun de 2019 12:53 por Tiago Morandi   [ 13 de jun de 2019 12:59 atualizado‎(s)‎ ]

Há uma série de medidas que você pode tomar para evitar que a tendinite do punho, uma DORT das mais comuns te afaste do trabalho. O passo mais importante é entender que a tendinite ou tenossinovite é uma tipica lesão por esforço repetitivo e que você deve modificar qualquer atividade específica que pareça agravar sua condição no trabalho ou nas atividades do dia a dia.

Fonte: https://www.ortopediabr.com.br/

Atitudes simples como ter atenção na forma e na quantidade de pressão que você exerce para pegar ou segurar os objetos do dia a dia ou no seu trabalho já são importantíssimas. 

  • Altere a posição das suas mãos durante a execução de uma atividade. Além disso, atente para a melhor ergonomia possível quando você as executa. 
  • Especial atenção deve ser tomada ao digitar ou usar o mouse. Estas medidas simples podem garantir que nenhum tendão seja sobrecarregado.
  • Usar uma tala especial durante as atividades que irritam e são causas da sua tendinite pode ser útil. Hoje, já existem suportes e munhequeiras simples com velcro, fáceis de usar e eficazes para evitar os sintomas.
  • Tenha cuidado ao tomar medicamentos antes das atividades, pois às vezes isso pode simplesmente encobrir os sintomas. Certas vezes é melhor que você seja capaz de avaliar quando você está exagerando uma atividade.
  • Alongamentos suaves e aquecimento antes das atividades pode garantir que os tendões estejam prontos para o trabalho ou atividade. A aplicação de bolsas de gelo logo depois do encerramento, pode evitar qualquer inflamação.
Se você não puder manter o controle sobre a dor no pulso e os demais sintomas com as dicas acima, pode ser a hora de consultar seu ortopedista.

Zumbido no seu ouvido? Não ignore!

postado em 3 de jun de 2019 12:09 por Tiago Morandi   [ 3 de jun de 2019 12:10 atualizado‎(s)‎ ]

Esse sintoma pode indicar desde infecções no canal auditivo até tumores. Quando saímos de um ambiente com música alta, no qual ficamos muito tempo expostos a decibéis acima dos considerados saudáveis para o canal auditivo, às vezes apresentamos um zumbido no ouvido, bem parecido com o chiado de um mosquitinho ou um apito incomodando sem parar.



Quando saímos de um ambiente com música alta, no qual ficamos muito tempo expostos a decibéis acima dos considerados saudáveis para o canal auditivo, às vezes apresentamos um zumbido no ouvido, bem parecido com o chiado de um mosquitinho ou um apito incomodando sem parar.

Pode parecer normal, mas na verdade esse sintoma, em boa parte das vezes, indica um quadro inicial ou já está associado à perda auditiva por causa de maus hábitos, como nosso costume de ouvir música alta (em especial nos fones de ouvido), ou da poluição sonora.

É preciso estar atento ao zumbido porque ele pode ser um sinal precoce de outras condições que não estão diretamente ligadas ao órgão auditivo.

Doenças Relacionadas:

Quando o problema não está no ouvido, encontrar a causa do zumbido pode ser a parte mais difícil para o profissional de saúde, já que o sintoma se associa desde doenças relativamente simples até enfermidades graves.

A anemia, a diabetes, a pressão alta, os problemas renais e do sistema circulatório são exemplos de condições que atrapalham a microcirculação do ouvido e causam o zumbido. Se não controladas, podem inclusive resultar na perda total da audição. 

Outras desordens metabólicas, que envolvem o triglicérides, o colesterol ou os hormônios tireoideanos também podem provocar esse chiado, assim como problemas na articulação da mandíbula, trauma craniano e até alguns tipos de tumores cerebrais. Paciente que abusam do uso de medicamentos tóxicos ao ouvido, chamados de ototóxicos, como a aspirina, os antibióticos, anti-inflamatórios e os remédios diuréticos, também ficam mais suscetíveis a desenvolver o sintoma.

Todos os casos precisam de atenção médica imediata para evitar complicações na saúde geral e/ou prejudicar a saúde auditiva de forma definitiva. Além disso, quando o zumbido é constante e não tratado, pode atrapalhar o sono e a concentração do paciente, e afetar até mesmo as emoções, gerando casos de depressão, ansiedade e pânico.

Tratamentos:

Atualmente, é possível acabar com essa sensação incômoda com medicamentos, aparelhos auditivos ou outras especificações recomendadas pelo médico.  A adoção de alguns hábitos saudáveis é a principal medida para que não haja a piora do sintoma. 

Entre os hábitos, é fundamental uma alimentação saudável, incluindo a diminuição do açúcar, controle do consumo de cafeína e bebidas alcoólicas, bem como o estresse, e evitar o tabaco e a exposição frequente a sons intensos.

Se você apresenta um quadro constante de zumbido no ouvido, agende uma consulta com um médico que atua na área de otorrinolaringologia agora mesmo. 

Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

postado em 16 de mai de 2019 06:15 por Tiago Morandi

Dificuldade para enxergar, Sintoma ou Doença?

Muitos não sabem, mas a avaliação ocular pode ser o ponto de partida para o diagnóstico de doenças graves, que não necessariamente têm origem nos olhos. 

fonte: http://cbo.net.br/novo/publicacoes/revista_vejabem_18.pdf


É importante entender que inúmeras doenças sistêmicas provocam consequências na visão; em alguns casos a manifestação ocular é o primeiro indício perceptível de uma condição sistêmica ou crônica. Sendo assim, fica claro que o oftalmologista exerce papel fundamental no cuidado da saúde como um todo. 

De mesmo modo, os especialistas que tratam de doenças não oftálmicas, mas que podem afetar a visão, têm a responsabilidade de orientar essas pessoas sobre a importância de procurar um oftalmologista. Entre os exemplos de problemas sistêmicos que podem comprometer a visão estão doenças como esclerose múltipla, sífilis, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico e tuberculose. 

Confira outros exemplos de doenças sistêmicas que podem prejudicar a saúde dos olhos e como elas agem:

ANEMIA FALCIFORME - Pacientes com anemia falciforme devem consultar o oftalmologista periodicamente a fim de evitar as complicações relacionadas com a neovascularização da retina (glaucoma neovascular, hemorragia vítrea), além de isquemia retiniana e oclusão de artérias ou veias. 

DIABETES MELLITUS - A maioria dos problemas oculares dos diabéticos ocorre na retina, decorrente da falta de suprimento sanguíneo e consequente diminuição da oferta de oxigênio (Hipoxia). O diabetes pode acometer ainda outras estruturas do olho como: cristalino, musculatura extraocular, íris, etc.

HIPERTENSÃO ARTERIAL - Alguns sinais da hipertensão são observados quando realizamos o exame de fundo de olho. Por isso, em inúmeros casos, o oftalmologista é o primeiro a diagnosticar a doença. A retinopatia hipertensiva pode desencadear complicações graves como: neuropatia óptica, oclusões das veias e artérias da retina, etc.

MIASTENIA GRAVE - De acordo com pesquisas, metade dos pacientes com miastenia grave apresenta manifestações oculares. Entre elas ptose palpebral (pálpebras mais baixas que o normal) e oftalmoplegia (doença que consiste no enfraquecimento dos músculos do globo ocular). 

HIPERTIREOIDISMO - O hipertireoidismo pode causar proptose (olho saltado), retração palpebral, visão dupla e desvio ocular, que pode ser o primeiro sinal da condição. As complicações oculares referentes a tireoide podem incluir também úlcera da córnea e perda visual. 

Em todos esses casos a prevenção é o melhor remédio. E esse cuidado deve ser realizado com a orientação de um oftalmologista.Entre em contato e agende já uma consulta.

Tipos de câncer de pele!

postado em 22 de abr de 2019 14:57 por Tiago Morandi

O câncer da pele responde por 33% de todos os diagnósticos desta doença no Brasil, sendo que o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra, a cada ano, cerca de 180 mil novos casos. O tipo mais comum, o câncer da pele não melanoma, tem letalidade baixa, porém, seus números são muito altos.



Tipos de câncer da pele:

Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Em alguns casos, além da exposição ao sol, há outros fatores que desencadeiam seu surgimento. Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada. O tipo mais encontrado é o CBC nódulo-ulcerativo, que se traduz como uma pápula vermelha, brilhosa, com uma crosta central, que pode sangrar com facilidade.

Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Assim como outros tipos de câncer da pele, a exposição excessiva ao sol é a principal causa do CEC, mas não a única. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação. Normalmente, os CECs têm coloração avermelhada e se apresentam na forma de machucados ou feridas espessos e descamativos, que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Eles podem ter aparência similar à das verrugas. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

Melanomatipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Essas lesões podem surgir em áreas difíceis de serem visualizadas pelo paciente, embora sejam mais comuns nas pernas, em mulheres; nos troncos, nos homens; e pescoço e rosto em ambos os sexos. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico.

Pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade quando se expõem ao sol, com fototipos I e II, têm mais risco de desenvolver a doença, que também pode manifestar-se em indivíduos negros ou de fototipos mais altos, ainda que mais raramente. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. Em estágios iniciais, o melanoma se desenvolve apenas na camada mais superficial da pele, o que facilita a remoção cirúrgica e a cura do tumor. Nos estágios mais avançados, a lesão é mais profunda e espessa, o que aumenta a chance de se espalhar para outros órgãos (metástase) e diminui as possibilidades de cura. Por isso, o diagnóstico precoce do melanoma é fundamental. Embora apresente pior prognóstico, avanços na medicina e o recente entendimento das mutações genéticas, que levam ao desenvolvimento dos melanomas, possibilitaram que pessoas com melanoma avançado hoje tenham aumento na sobrevida e na qualidade de vida.

A hereditariedade desempenha um papel central no desenvolvimento do melanoma. Por isso, familiares de pacientes diagnosticados com a doença devem se submeter a exames preventivos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau.

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